Aos
poucos as luzes da cidade
Vão se
acedendo iluminando
O
palco principal da felicidade
E a
vida nascendo vai brilhando.
Versos
e rimas que a natureza
Vai escrevendo
nas suas páginas
Inspirada
no amanhecer e sua pureza
No divino
florescer de suas campinas.
Os
sonhos da noite vão se dissipando
Levados
pela brisa de uma ilusão
Que a
madrugada vai deixando
Pelas
trilhas de uma recordação,
De um
amor que era passageiro
Que
entre os espinhos não floresceu
E jamais
seria um sentimento verdadeiro,
No
nevoeiro da solidão desapareceu.
Iluminado
pelas lágrimas das estrelas
Eternas
namoradas dos amantes
Anônimos
das paixões belas
Que
são atraentes e fascinantes.
Partiu numa revoada de flores
Deixou
apenas uma suave fragrância
Essência
dos finitos amores
Evidentes
nas lágrimas da renúncia.
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