“Sou um andarilho que cavalga no alazão do tempo por entre as noites de um luar feiticeiro. Sou aquele que na vida amor demais e no ritual dos amantes se apaixonou por uma estrela brilhante, que flutuava por entre as constelações dos amores e me fascinou com o seu encanto místico. Você certa vez, iluminou o meu céu com a luz do seu olhar e transformou o meu mundo com o seu semblante de Deusa que fez morada no meu frágil coração, foi a pureza de um sentimento que se foi no sussurro do vento. Vejo o seu rosto nos meus sonhos, idílios que florescem no meu pensamento, quando a saudade comigo vem morar, e me desperta no limiar das madrugadas, berço que me acolheu e me aqueceu no frio da solidão. Você estará sempre presente no silêncio da ausência, nos versos e rimas que escrevi e que o adeus jamais apagará.”
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